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*QUANDO O SUICÍDIO CHEGA AO CLERO*

Suicídio de sacerdotes: desabafo de padre brasileiro comove as redes   *QUANDO O SUICÍDIO CHEGA AO CLERO* Foi noticiado no último domingo, 04 de julho, a morte por suicídio do Padre Adriano Henrique da Diocese de Montes Claros pela página mitos de batina. Não tem como ficar às escondidas uma realidade tão complexa que envolve a morte de mais um padre pela prática do suicídio. Ninguém pode julgar o coração e a vida deste sacerdote tão jovem e cheio de vida. Esta morte trágica deve levar todos os fiéis de todas as paróquias aos seguintes questionamentos: como eu trato e como eu vejo o padre. Existe uma diferença enorme entre gostar e admirar o padre para gostar e preocupar- se com a pessoa do padre. O padre é um ser humano, dotado de dons e moldurado pelas fragilidades, o padre é um OUTRO CRISTO, mas é também um Cristo que sofre. Quantas vezes recebemos indiferenças e muitas exigências como: você tem o direito de atender minha confissão, eu quero minha missa, faça isso, faça a aquil...
  "Um ponto-chave em que Deus e o homem se diferenciam é o orgulho: em Deus não há orgulho, porque Ele é toda a plenitude e está totalmente propenso para amar e dar vida; em nós homens, ao contrário, o orgulho está intimamente arraigado e exige vigilância e purificação constantes. Nós, que somos pequeninos, aspiramos a parecer grandes, a ser os primeiros; enquanto Deus, que é realmente grande, não tem medo de se humilhar e de se fazer último." Bento XVI, Ângelus, 23 de setembro de 2012
  “O mal faz mais barulho do que o bem: um assassinato brutal, a propagação da violência, injustiças graves fazem notícia; pelo contrário, os gestos de amor e de serviço, o cansaço quotidiano suportado com fidelidade e paciência, muitas vezes na sombra, não aparecem” - Bento XVI

O Papa na intenção de oração de julho: sejamos arquitetos do diálogo e da amizade

Na mensagem de vídeo com a intenção de oração para o mês de julho, Francisco destaca o diálogo como “forma de ver a realidade de uma maneira nova, de viver com entusiasmo os desafios da construção do bem comum”. O Papa pede o fim da polarização que divide a sociedade e reza para que “não haja espaços de inimizade e de guerra”.