ÚLTIMA COMUNHÃO DE SANTA TERESINHA
Mesmo amando tanto a Santa Eucaristia foi privada de comungar nos últimos momentos de sua vida. Sua última comunhão, 19 de Agosto de 1897 foi um momento de dor e aniquilamento. Teresa chora copiosamente percebendo que já não pode mais receber o seu Deus, sacrifício que lhe oferece como última prova de seu amor.
Madre Inês, em suas anotações fornece precioso relato deste dia, verdadeiro martírio de amor.
“A comunhão, que ela outrora tanto desejava, tornou-se motivo de tormento durante a doença. Temia acidentes e gostaria que nós lhe disséssemos que não a fizesse, por causa dos vômitos, da falta de ar e da fraqueza. Não queria assumir essa responsabilidade sozinha mas, como não dizia nada, acreditávamos estar sendo agradáveis, insistindo para que fizesse a comunhão. Continuava calada, mas aquele dia, não aguentando mais, debulhou-se em lágrimas.
Madre Inês, em suas anotações fornece precioso relato deste dia, verdadeiro martírio de amor.
“A comunhão, que ela outrora tanto desejava, tornou-se motivo de tormento durante a doença. Temia acidentes e gostaria que nós lhe disséssemos que não a fizesse, por causa dos vômitos, da falta de ar e da fraqueza. Não queria assumir essa responsabilidade sozinha mas, como não dizia nada, acreditávamos estar sendo agradáveis, insistindo para que fizesse a comunhão. Continuava calada, mas aquele dia, não aguentando mais, debulhou-se em lágrimas.
Não sabíamos a que atribuir aquela tristeza e suplicamos que nos dissesse. Mas a falta de ar produzida pelos soluços era tão violenta, que não somente não pode responder como também nos fez sinal de não lhe dirigir mais uma única palavra e nem mesmo olhá-la.
Não recebeu mais a Santa Comunhão até a morte.
Maria da Eucaristia, sua prima, Com voz “alta e bela” canta a estrofe que Teresa tinha composto para este momento.
Maria da Eucaristia, sua prima, Com voz “alta e bela” canta a estrofe que Teresa tinha composto para este momento.
“Tu que conheces minha extrema pequenez
que não receias nunca abaixar-te até mim,
vem a meu coração, Hóstia branca que amo,
vem a meu coração que anseia só por ti!
Desejo demais que tua bondade me faça
Morrer de amor após este favor.
Escuta, meu Jesus, meu grito de ternura:
Vem ao meu coração”.
que não receias nunca abaixar-te até mim,
vem a meu coração, Hóstia branca que amo,
vem a meu coração que anseia só por ti!
Desejo demais que tua bondade me faça
Morrer de amor após este favor.
Escuta, meu Jesus, meu grito de ternura:
Vem ao meu coração”.