
"Que os vivos me perdoem se às vezes me parecem sombras, tão pálidos e aborrecidos, tão inquietos e oh!, tão ávidos de vida: enquanto aqueles me aparecem tão vivos, como se agora, «depois» da morte, não pudessem jamais se cansar de viver. Mas o que conta é «a eterna vivacidade»: que importa a "vida eterna" ou mesmo a vida!"
Friedrich Nietzsche, Humano Demasiado Humano II. Opiniões e sentenças diversas, §408.
Hoje se completam 170 anos Nietzsche e sua eterna vivacidade!