É um fetiche por cárcere, por flagelos e por punições, pela aniquilacão do outro que se plasma no voluntarismo legislorrágico de proliferar tipos penais – no Brasil mais de 1,6 mil espécies de crime – o que torna o Direito Penal um verdadeiro carro de Jagrená, para lembrar Giddens[2], realizando o contrário do que deveria ser: um Direito que serve de freio à ânsia punitivista
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