A oração entrecruza-se com a repetição dos gestos e palavras,
com o sentimento de ausência de frutos e resultados,
com a fragilidade da presença do Espírito.
Hoje, convido-te a degustar estes versos do poeta Daniel Faria:
«O que dói
é não poder apagar a tua ausência
e repetir dia após dia os mesmos gestos.
O que dói
é o teu nome que ficou como mendigo
descoberto em cada esquina dos meus versos.
O que dói
é tudo e mais aquilo que desteço
ao tecer para ti novos regressos».