Enquanto «o povo amava Jesus», reiterou o Pontífice, «estas pessoas não o amavam, aliás, odiavam Jesus» . E no entanto «eles eram os “puros”, a ponto que conservavam todas as formalidades: a da lei, da religião, da liturgia». Eram considerados «deveras um modelo de formalidade», mas «faltava-lhes vida. Eram – por assim dizer – “engomados”. Eram rígidos». E Jesus «conhecia a sua alma».
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