Suicídio é uma questão que fala do sofrimento humano. Para encará-lo como tema de saúde pública, é preciso reconhecer que existem fatores previsíveis e também da ordem do acaso, do imponderável. Essa é a visão de Carlos Felipe d’Oliveira, médico psicoterapeuta que atua há mais de 20 anos com o tema. Ele foi coordenador do Grupo de Trabalho que formulou a Estratégia Nacional de Prevenção do Suicídio, lançada pelo Ministério da Saúde em 2006, e alerta que o país nunca possuiu um plano concreto de prevenção, com orçamento e metas definidas. Médico formado pela UFRJ em 1974, ele integra a diretoria da Associação Brasileira de Estudo e Prevenção do Suicídio (ABEPS) e é membro do Conselho Consultivo do Centro de Valorização da Vida (CVV).
PAZ AOS QUE ENTRAM...