" O nosso cristianismo está enfermo da sisudez e do escrúpulo; aprisionado a uma religiosidade supersticiosa pendurada em fetiches que materializam a nossa debilidade espiritual e a nossa fé infantilizada.
Não podemos continuar cristãos decorativos, pois Deus não nos seduz quando nos é imposto nos nossos cérebros, mas quando possui, porque precisa, os nossos corações apaixonados."
Pe. Paulo Botas, mts
Pe. Eduardo Spiller, mts