| A arrogância da morte foi reprimida [...], Adão foi libertado e foi inaugurado para todos os seres um Espírito de vida graças à ressurreição de Cristo, que traz consigo uma luz sem fim; [...] e todos os fiéis cantavam com amor: «Deus dos nossos pais e nosso Deus, bendito sejas, Tu, que estás acima de todo o louvor». |
| Os túmulos abriram-se, ó Salvador, com o teu despertar, e as almas dos justos celebraram com alegria, ó Cristo, a tua ressurreição; pois Tu és o Senhor que, tendo morrido na tua essência humana, pela tua natureza divina, ó Todo-Poderoso, fizeste perecer o Hades e libertaste os mortais. |
| Anunciamos as tuas duas naturezas, ó Cristo, pois és Deus e homem, e com devoção Te cantamos: «Deus dos nossos pais e nosso Deus, bendito sejas, Tu, que estás acima de todo o louvor». |
| «Montanha santa»: é assim que te reconhecemos, ó Virgem, pois de ti foi talhada, sem mão humana, a Pedra, Cristo, que, vindo à nossa carne, encheu o mundo do conhecimento de Deus; a Ele adoramos, proclamando: «Deus dos nossos pais e nosso Deus, bendito sejas, Tu, que estás acima de todo o louvor». |
| Bendizei o Criador, Deus Pai; celebrai o Verbo, que desceu até vós para transformar o fogo em orvalho; exaltai acima de tudo Aquele que a todos dá vida, o Espírito Santo, pelos séculos dos séculos. Livro das Horas do Sinai (século IX) Cânone em honra da cruz e da ressurreição |