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31 de março de 2014 - 50 ANOS DO GOLPE DE ESTADO CONTRA O POVO



Trinta e Um de Março ou Primeiro de Abril? Há cinquenta anos um golpe militar depôs o presidente do Brasil, João Belchior Marques Goulart, suspendeu as garantias individuais, prendeu, cassou e promoveu o exílio de centenas de dirigentes sindicais, parlamentares, governadores e prefeitos, além de estudantes, professores universitários e cientistas. Durante 21 anos a sociedade viveu um clima de terror e arbítrio, silêncio e tortura, desaparecimentos e morte. Esta foi a resposta dos militares e seus aliados civis ao projeto de reformas democráticas que vinham sendo gestadas e discutidas amplamente em todo o país por todos os segmentos sociais. A passagem destes 50 anos deve servir para a reflexão sobre os desdobramentos e as consequências da ditadura civil-militar, cujos aspectos mais visíveis são, ainda hoje, a criminalização dos movimentos sociais e dos pobres, e a militarização da polícia. Tanto quanto no passado, hoje os pobres e a população das periferias são o “inimigo interno”.

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ORAÇÃO PARA SER REZADA TODOS OS DIAS

 Ave Maria  de  Alta Graça         Ave Maria de Alta Graça, Luz Divina que o sol embaça, Ave Maria Paz e Minha Guia, me acompanhe neste dia Deus e a Virgem Maria, o mar se abrande, cessem os perigos, retrocedei todos os viventes que estiverem neste dia contra mim; Se tiverem pés não me alcancem, braços não me toquem, olhos não me enxerguem e língua não me falem; Faltem as forças a todos aqueles que me quiserem fazer o mal. Eu com o Manto de Nosso Senhor Jesus Cristo serei coberto, com seu sangue, serei baforado, não serei preso e nem amarrado; Viverei em paz e harmonia assim como viveu Nosso Senhor Jesus Cristo no ventre puríssimo de Sua Mãe Maria Santíssima.

Advento - Cardeal D. José Tolentino Mendonça

  Advento, tempo de espera. Não apenas de um dia, mas daquilo que os dias, todos os dias, de forma silenciosa, transportam: a Vida, o mistério apaixonante da Vida que em Jesus de Nazareth principiou. Advento, tempo de redescobrir a novidade escondida em palavras tão frágeis como “nascimento”, “criança”, “rebento”. Advento, tempo de escutar a esperança dos profetas de todos os tempos. Isaías e Francisco. Miqueias e Teresa de Calcutá. Advento, tempo de preparar, mais do que consumir. Tempo de repartir a vida, mais do que distribuir embrulhos. Advento, tempo de procura, de inconformismo, até de imaginação para que o amor, o bem, a beleza possam ser realidades e não apenas desejos para escrever num cartão. Advento, tempo de dar tempo a coisas, talvez, esquecidas: acender uma vela; sorrir a um anjo; dizer o quanto precisamos dos outros, sem vergonha de parecermos piegas. Advento, tempo de se perguntar: “há quantos anos, há quantos longos meses desisti de renascer?” Advento, tempo de rez...