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Actos dos Apóstolos 16,22-34

Nada pode calar um adorador 
Depois de ler várias vezes esta leitura, há tantos detalhes que ficam ecoar dentro de mim. Em primeiro lugar, a oração de Paulo e Silas no meio da perseguição e no meio da noite. Mesmo aí, eles continuam a louvar-te e os outros presos escutam-nos. Continuo a louvar-te mesmo no meio das minhas noites? Quando nem tudo corre a meu favor?
É nesse ambiente de oração que Tu Senhor te manifestas, abres portas e fazes com que se soltem as cadeias, não só de Paulo e Silas, mas de todos os presos. Às vezes gostaria que te manifestasses mais na minha vida, mas dou-te espaço para isso?
Recorda-me que aquilo que fazes em mim não é só para mim, mas transforma os que estão à minha volta.
Por fim, a conversão do carcereiro: à pergunta “que devo fazer?”, respondem-lhe: “acredita no Senhor Jesus”; depois anunciam-lhe a Palavra, ele pede o baptismo e no meio disso tem dois gestos que são tipicamente teus, Jesus. Ele lava as feridas a Paulo e Silas, e pôs-lhes a mesa.
Acreditar em ti, acolher-te e acolher a tua Palavra abarca e transforma a nossa vida toda, o nosso interior e os nossos gestos, os nossos sentimentos e as nossas acções.


Senhor, que eu possa experimentar a alegria de acreditar em ti como o carcereiro da leitura dos Atos dos apóstolos e que essa transborde para aqueles que hoje passarão por mim.

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